PMs suspeitos de receber propina de casas de jogo são alvos da atuação do MP em Fortaleza – Segurança


Um grupo criminoso formado por policial militar ativa suspeito de receber suborno para encobrir o funcionamento de bingos e casas de jogos ilegais no Fortaleza é direcionado a Operação de aposta, desencadeado por Ministério Público do Ceará (MPCE) na manhã desta sexta-feira (4). Oito garantias prisão preventiva e seis garantias Busca e apreensão, que foram despachados por Tribunal de Contas Militar, são cumpridos em Fortaleza e na cidade de Cariré.

“Os alvos foram dois tenentes, ou seja, dois policiais da Polícia Militar do Estado do Ceará, e seis praças”, diz. Rinaldo Janja, procurador e coordenador do Gaeco.

O ministério público afirma que os policiais militares investigados são suspeitos de oferecer proteção e encobrir o funcionamento de casas de jogos ilegais na capital cearense em troca de propina. Além disso, os agentes também repassariam à organização criminosa responsável pelo jogo informações sobre ações futuras policiais para coibir a prática ilegal.

A conformidade com as garantias é apoiada pelo Coordenação Integrada de Planejamento Operacional (Copol), órgão de Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS), É de Comando Geral da Polícia Militar do Estado do Ceará.

Se a participação da polícia for comprovada, os policiais podem responder por crime contra a economia popular, corrupção ativo e passivo e também por integrar organização criminosa.

Investigações

De acordo com ministério público, as investigações sobre o caso começaram em Novembro de 2018 e contou com o apoio da SSPDS. As primeiras informações e evidências foram levantadas quando Gaeco estava investigando o envolvimento no polícia Militar com facções criminosas.

A Operação de aposta foi batizado com este nome porque a palavra “aposta” em latim significa aposta.


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