Turquia e Brasil usarão vacina chinesa COVID-19


A Turquia e o Brasil estão entre os países mais afetados pelas infecções por coronavírus. Ambos estão avançando com planos para usar uma vacina COVID-19 não comprovada desenvolvida pela Sinovac Biotech da China.

A vacina, denominada CoronaVac, está atualmente realizando seu Estágio 3 tentativas.

O Ministro da Saúde turco, Fahrettin Koca, anunciou um plano de vacina que inclui o CoronaVac. O país tem um acordo com a Sinovac para 50 milhões de doses. A primeira remessa das vacinas chegará à Turquia depois de 11 de dezembro.

Koca disse que a aprovação do uso antecipado da vacina será dada após os laboratórios turcos confirmarem sua segurança e após os primeiros resultados dos testes de Fase 3 serem examinados.

“Se os desenvolvimentos continuarem positivamente como esperamos, a Turquia estaria entre os primeiros países do mundo a começar a vacinação na fase inicial ”, disse Koca.

O centro biomédico do Instituto Butantan, no estado de São Paulo, recebeu 1 milhão de doses do CoronaVac. Foi a segunda remessa da vacina. A primeira remessa de 120.000 tiros chegou da China em 19 de novembro.

A vacina ainda precisa da aprovação da Anvisa, agência federal de saúde do Brasil, para que possa ser usada. O Butantan disse que espera que o Sinovac publique os resultados do tratamento até 15 de dezembro.

O governador de São Paulo, João Doria, disse que seu estado espera receber 6 milhões de vacinas até o final de dezembro e outras 40 milhões até meados de janeiro.

O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil, Antonio Barra, fala em entrevista coletiva sobre a vacina CoronaVac, acompanhada pelo governador de São Paulo João Doria, centro direita, em Brasília, Brasil, quarta-feira, 21 de outubro de 2020. (Foto AP)

O que é CoronaVac

O tratamento da vacina CoronaVac requer duas injeções. É a chamada “vacina inativada”. Essas vacinas são feitas cultivando todo o vírus em um laboratório e depois matando-o. Crescer com segurança e depois matar o vírus pode levar mais tempo do que as tecnologias mais recentes usadas para desenvolver vacinas. Mas as vacinas inativadas ajudam o corpo a se preparar para o próprio vírus, em vez de apenas uma Espinho proteína que permite que o vírus entre no corpo.

No mês passado, os artigos médicos do The Lancet publicaram um estudo sobre a eficácia da vacina candidata de Sinovac com base em testes iniciais de Fase 1 e Fase 2. O estudo disse que eficácia foi considerado moderado. Ele também disse que a vacina produziu níveis mais baixos de anticorpos do que os níveis de anticorpos que foram encontrados em pacientes com COVID-19 recuperados.

“A eficácia protetora do CoronaVac continua a ser determinado”, Disse o estudo.

As vacinas candidatas da Pfizer-BioNTech e Moderna apresentam taxas de eficácia de quase 95%. A britânica AstraZeneca afirma que sua vacina tem uma taxa de eficácia de 70 a 90 por cento, com base em testes limitados em humanos.

Países mais atingidos

Tanto a Turquia quanto o Brasil estão experimentando um grande aumento em infecções, hospitalizações e mortes. O número diário de infecções na Turquia atingiu um recorde de 31.923 em 2 de dezembro. Esses números colocam a Turquia entre os lugares mais afetados do mundo.

O Brasil está atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia no número total de casos, com mais de 6,4 milhões de infecções registradas e 175.000 mortes. São Paulo é o estado mais atingido do país.

Sou Ashley Thompson.

Ashley Thompson adaptou essa história com base em relatórios da The Associated Press e da agência de notícias Reuters. Hai Do era o editor.

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Palavras nesta história

Estágio – n. uma parte ou etapa de um processo

positivamenteadv. de uma forma que mostra que você está esperançoso e pensando nas boas qualidades de uma situação

Espinho – n. uma haste longa e fina que termina em uma ponta

eficácia – n. o poder de produzir um resultado ou efeito desejado

determinado – v. aprender ou descobrir (algo) obtendo informações

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